A evolução do investidor

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Sabe essa imagem aí em cima, presente em 10 de 10 livros de História? Então, podemos fazer um paralelo entre ela e a evolução do investidor conservador.

1ª fase – Gastar menos do que ganha

Essa é a primeira fase, a primeira etapa da vida do investidor, é a parte onde ele anota seus gastos, sabendo pra onde vai seu dinheiro durante o mês, e começa a fazer sobrar salário no final do mês, e não mês no final do salário.

2ª fase – Poupança

Sem muito conhecimento sobre investimentos, o investidor iniciante passa para a próxima fase: aplicar o dinheiro que sobra no final do mês na caderneta de poupança. Essa é uma coisa que recomendo pra quem está começando: ver o bolo crescer mês a mês te incentiva a buscar mais conhecimento e investimentos melhores.

3ª fase – CDBs, LCIs, LCAs, Tesouro Direto

Com um valor razoável acumulado na caderneta de poupança, o investidor passa a ter acesso a outros investimentos tão seguros quanto e ainda mais rentáveis, como o CDB, a LCI, a LCA e o Tesouro Direto. Com uma boa margem investida em renda fixa, ele passa para a próxima fase: a renda variável.

4ª fase – Ações e Fundos Imobiliários (FII)

Aqui, o investidor conservador chega ao destino final, a última fase: une a segurança da renda fixa com a oportunidade de rendimentos maiores na bolsa de valores e no mercado de fundos imobiliários.

Você leitor, concorda com essa sequência? Deixe seu comentário!

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Um comentário em “A evolução do investidor

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