Crash. Uma breve história da economia

Saudações!

Se você não entende absolutamente nada de economia, ciclos, crises, inflação e outros temas relacionados, este livro é para você. O autor explica com um texto bem fluído as diversas crises econômicas que marcaram a história do Brasil e do mundo, desde a Grécia e Roma, passando pela idade média com suas tulipas, até chegar em tempos mais recentes, como a grande crise de 2008, os tempos de hiperinflação brasileira na década de 1980, e a megalomania de Eike Batista e seu império X.

O livro é tão bacana que o li em três dias!

Veja abaixo algumas passagens que selecionei (e esse é só um dos motivos pelo qual você deveria comprar um Kindle):

Nenhum governo aceita que é o responsável por uma inflação. Sempre arranjam alguma desculpa – comerciantes gananciosos, sindicatos turrões, consumidores compulsivos, árabes, a chuva. Sem dúvida que comerciantes são gananciosos, sindicatos são duros, consumidores são compulsivos, árabes aumentam o preço do petróleo e, de vez em quando, chove mesmo. Todos esses agentes têm como produzir preços altos para certos itens; mas não são capazes de fazer isso com tudo o que existe. Eles até podem causar subidas e descidas temporárias na taxa de inflação. Mas não têm como dar início a uma inflação contínua. Por um motivo simples: nenhum desses supostos culpados pela inflação tem as impressoras que produzem aquilo que a gente carrega na carteira.


Já quem tem as impressoras ganha um poder inusitado sobre a sua carteira: o de roubar o dinheiro dela sem que você perceba. A inflação funciona como um imposto invisível.


E deixava claro qual é, de fato, o mal da inflação: ela concentra a renda.


Naji Nahas chegou a ter 12% das ações da Vale e 7% das da Petrobras. Isso seria o suficiente para que ele fosse o 6º homem mais rico do mundo hoje.


Desse jeito os Bancos ficaram bem mais generosos na hora de dar crédito, já que não estavam arriscando a própria pele no negócio.


“A data-chave para a Grande Depressão foi 11 de dezembro de 1930, quando o Banco dos Estados Unidos fechou as portas”, escreveu Milton Friedman. “Sua falência, então, causou uma crise de confiança particularmente séria.” Tudo por causa do nome. Se ele chamasse Banco do Alfredo, a história poderia ter sido diferente.


O desespero quando algo dá errado é maior do que a alegria de quando dá certo. Fazer um gol levanta a autoestima, digamos, em 10 pontos. Mas levar um gol do outro time abaixa em 20.


Precificar uma ação é algo tão complexo que até hoje o “valor real” de um papel é um mistério.


“Não é da benevolência do açougueiro, do padeiro e do cervejeiro que sai o seu jantar, mas da preocupação deles com o próprio interesse”.

Eu sei, parece que citei o livro todo, mas fica tranquilo, tem muito mais de onde saiu tudo isso.

Recomendo fortemente a leitura, me ajudou a entender coisas que, apesar de ler bastante, ainda não tinha entrado definitivamente na minha cabeça, como os CDOs e a explosão da bolha imobiliária nos EUA.

Você pode adquirir a obra na Amazon, tanto em papel quanto em e-book:

CRASH. UMA BREVE HISTÓRIA DA ECONOMIA – ALEXANDRE VERSIGNASSI

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2 comentários em “Crash. Uma breve história da economia

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