Leonardo da Vinci

Saudações, leitores e leitoras!

O livro desta semana traz a biografia de uma das mentes mais brilhantes da história da humanidade: Leonardo da Vinci, de Walter Isaacson.

Já imaginava a genialidade de Da Vinci, mas conhecer com detalhes a história da vida dele deixa tudo ainda mais mágico. Ele inventou/especulou coisas muito antes delas serem de fato descobertas. Infelizmente, ele não levou os méritos por isso, já que ele tinha um sério problema de procrastinar e não terminar os trabalhos que iniciava. Vários estudos, tratados e pinturas permaneceram inacabados. E essa foi a maior lição que tirei do livro: seja lá o que você fizer, publique, termine, mostre para as outras pessoas. O conhecimento precisa ser compartilhado, e não somente armazenado. Esse foi um grande defeito de Leonardo. Ele estudava e investigava a natureza apenas para satisfazer sua própria sede de conhecimento.

O livro é muito bom, a história é escrita de maneira fluida. Não é um livro cansativo de ler, pelo contrário. Recomendo a leitura, vale muito a pena adquirir essa obra.

Abaixo, alguns trechos de destaque do livro:

Embarquei neste livro porque Leonardo da Vinci é o exemplo definitivo do tema central de minhas biografias anteriores: como a habilidade de conectar disciplinas — artes e ciências, humanidades e tecnologia — é a chave para a inovação, imaginação e genialidade.

Visão sem execução é alucinação. Mas eu também acabei concluindo que a habilidade em borrar os limites entre a realidade e a fantasia, exatamente como ele fazia com suas técnicas de sfumato para borrar os traços em uma pintura, era crucial para sua criatividade. Talento sem imaginação é estéril. Leonardo sabia como unir observação e imaginação, o que fez dele o inventor mais completo da história.

Mas aprendi com Leonardo que um desejo constante de se surpreender com o mundo cotidiano tem o poder de deixar cada momento de nossa vida muito mais rico.

Acima de tudo, a curiosidade e o experimentalismo incessantes de Leonardo deveriam nos lembrar da importância de incutir, tanto em nós mesmos quanto em nossos filhos, a ideia de não apenas assimilar o conhecimento, mas se mostrar sempre disposto a questioná-lo — ser criativo e, como muitos desajustados talentosos e rebeldes de todas as épocas, pensar diferente.

Seu método era baseado na experimentação, na curiosidade e na habilidade de se admirar com fenômenos nos quais o restante de nós dificilmente presta atenção após a infância.

“O objetivo fundamental de um pintor”, escreveria Leonardo mais tarde, “é o de exibir um corpo em uma superfície plana como se tivesse sido modelado e separado daquele plano, e quem supera os demais nessa técnica merece ser enaltecido. Este feito, que coroa a ciência da pintura, emerge do jogo de luz e sombras, ou, talvez, devamos chamá-lo de chiaroscuro.”

Como de costume, sua criatividade advinha de sua imaginação combinatória.

Para Leonardo, conceber ideias era, como tem sido ao longo da história para a maioria dos pensadores multidisciplinares, um esforço colaborativo.

Ideias costumam surgir em pontos de encontro físicos, lugares onde pessoas com interesses diversos se esbarram fortuitamente. Era por isso que Steve Jobs queria que seus edifícios tivessem um átrio central, e foi por isso que o jovem Benjamin Franklin fundou um clube onde as pessoas mais interessantes da Filadélfia se reuniam toda sexta-feira.

Imagine a cena. Por três meses, durante o inverno de 1502 e 1503, como que em um filme de fantasia histórica, três das mais fascinantes figuras da Renascença — o filho de um papa violento e sedento por poder; um escritor e diplomata astuto e amoral; e um pintor brilhante querendo se firmar como engenheiro — ficaram enfurnadas em uma minúscula cidade murada e fortificada com cerca de cinco quarteirões de largura por oito de comprimento. (Ele se refere à Leonardo, César Bórgia e Maquiavel).

Ou seja, precisamos esquecer a imagem romântica do artista criando sozinho as obras de um gênio. Em vez disso, o ateliê de Leonardo era como uma oficina onde ele elaborava uma imagem e os assistentes trabalhavam com ele para produzir múltiplas cópias — método similar ao adotado no ateliê de Verrocchio.

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LEONARDO DA VINCI – WALTER ISAACSON

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