Pix: porque eu não uso (pelo menos por enquanto)

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Pixels e pixals, saudações!
 
O Pix (ou é pix?) é a última grande novidade do mercado financeiro brasileiro. Depois dos bancos digitais, contas e cartões com tarifa zero, chegou o Pix, que pode tornar os TEDs e DOCs (ainda existe DOC?) obsoletos, permitindo que as pessoas realizem pagamentos e façam transferências entre si de forma extremamente rápida, sem burocracia, sem precisar de um cartão ou maquininha para isso. Basta ter um espertofone com internet e uma chave cadastrada e pronto. Tudo se resolve em segundos.
 
Podemos dizer que o pix veio para oficializar uma coisa que já é tendência desde o surgimento dos aplicativos como o Picpay. Com um mundo cada vez mais digital, virtual, é natural que as coisas sigam esse caminho. Tudo que pode ser feito online, será feito online.
 
Apesar de ser tratado como uma grande novidade aqui no Brasil, sistemas similares ao pix já existem mundo afora há alguns anos. Em Moçambique, por exemplo, existe o MPESA, que permite aos usuários a transferência de valores e realização de pagamentos usando o celular, através de SMS. E nem precisa ser um espertofone.
 
Agora, respondendo a pergunta do título: porque eu ainda não uso pix? Porque toda tecnologia nova enfrenta problemas nos seus estágios iniciais de implantação e utilização. É possível citar casos famosos em qualquer área. O PS4, por exemplo, na época do lançamento, ficou conhecido pelos casos da luz azul da morte. O Onix Plus da Chevrolet, recém lançado, veio com alguns problemas. E como esquecer o caso dos espertofones da Samsung que explodiam
 
Apesar de todas as milhares de horas de testes a que esses produtos e serviços são submetidos antes de finalmente serem colocados a venda, boa parte dos defeitos só são realmente descobertos quando as coisas chegam nas mãos dele: o usuário! O Vida de Suporte está aí para não me deixar mentir.
 
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É por este motivo que não vou usar o pix por enquanto. Vou deixar que os early adopters descubram os defeitos por mim.
 
E vocês, já usam? O que estão achando dele?
 
Sugestão de leitura
 
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6 comentários em “Pix: porque eu não uso (pelo menos por enquanto)

  1. Penso exatamente isso da vacina. Quanto ao PIX, o maior problema que estão argumentando é que vão saber tudo sobre onde nosso dinheiro está, de onde vem, pra onde vai, e assim ficaremos sem privacidade. É nessas horas que Google, Facebook, entre outros, dão risadas KKKKKKKKK

    Já vivemos em um mundo monitorado constantemente, o PIX é só mais uma ferramenta na mão de quem quer ter o controle. Cabe a cada um de nós saber usar essas ferramentas de uma forma que possamos usufruir de seus benefícios, sem deixar ser controlados por ela. Difícil, mas possível.

    Ótima reflexão.

    Curtido por 1 pessoa

    1. Obrigado pelo comentário, amigo!
      Realmente, o argumento da privacidade não faz sentido. Hoje já sabem tudo que fazemos. 1984 é real, e cada celular é uma teletela.
      Talvez a única maneira de ainda ter privacidade no trato com o dinheiro é usando as criptomoedas, desde que faça isso do jeito certo.

      Abraço e boa semana!

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  2. espero que cédulas em papel continuem por um longo tempo ainda. Estou embarcando hoje no movimento vida digital zero da fsociety.
    Exclui todas minhas redes e estou aposentando meu celular. Vou viver sem tecnologia por pelo menos um ano. Aceitei o desafio da Fuck Society e vamos ver no que vai dar. Acho que vou conseguir. Adios

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  3. Basta vc usar apenas quando precisar. Ou seja, quando surgir a necessidade de transferir um valor fora do expediente bancário. Experimente transferir um pequeno valor entre suas contas e vai ser difícil continuar com medo. Para que vem usando (como eu) no mercado cripto é ideal.

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