O universo em uma folha de papel

Foto por Marina Agrelo em Pexels.com

Pegue aí um pedaço de papel.

Ele tem uma determinada espessura. Digamos, 0,1 mm.
Corte o papel ao meio e coloque 1 metade sobre a outra. Esse novo bolo de papel agora tem a somatória da espessura de cada uma das metades. Ou seja, 0,2 mm.
Agora corte novamente cada uma dessas metades ao meio e empilhe-as. A espessura desse novo bolo de papel agora é o dobro da anterior. Ou ainda o quádruplo do que tínhamos no início.
E se fizermos esse processo de novo? O novo bolo terá 8x a espessura do papel inicial.
E se repetirmos esse mesmo processo (cortando todos pela metade e empilhando), qual altura você acha que terá a pilha de papel lá pela 42ª vez?
Pois é… nossa mente não está preparada pra essa resposta. Essa situação, assim como os juros compostos, segue um crescimento exponencial e não linear. Na 42ª vez, por incrível que pareça, a pilha de papel teria pouco mais de 384.000 km, o suficiente para chegar à lua!
Agora dá pra entender melhor porque o tempo é tão importante nos investimentos, pois é justamente ele o expoente da fórmula.

Publicado originalmente na comunidade Bastter.com.


Processando…
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