Orçamento doméstico para autônomos e profissionais liberais

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O texto de hoje é direcionado para aquelas pessoas que não tem uma renda constante, mas sim uma renda variável, que depende do quanto trabalha naquele mês ou é influencia por efeitos sazonais, comissões, prêmios. Sim, o post de hoje é pra você que é profissional liberal, autônomo, que nunca sabe prever quanto vai receber no próximo mês, e por isso tem dificuldades para planejar um orçamento doméstico.

Para começar a montar seu orçamento, o ideal é que você saiba quanto conseguiu faturar em cada um dos seus últimos 12 meses. Se você não faz nem ideia de quanto foi, essa é a primeira ação que precisa tomar: ter um controle da entrada e saída de dinheiro do seu negócio! Sem saber quanto se ganha, é impossível saber quanto pode gastar.

Feito isso, vamos ao método, que por sinal é bem simples.

Faça uma lista com o faturamento dos seus últimos doze meses. Vou deixar aqui um exemplo:

Maio/2018 – R$ 3.000,00
Abril/2018 – R$ 2.200,00
Março/2018 – R$ 2.400,00
Fevereiro/2018 – R$ 1.800,00
Janeiro/2018 – R$ 1.900,00
Dezembro/2017 – R$ 4.000,00
Novembro/2017 – R$ 3.300,00
Outubro/2017 – R$ 3.200,00
Setembro/2017 – R$ 2.500,00
Agosto/2017 – R$ 2.400,00
Julho/2017 – R$ 2.100,00
Junho/2017 – R$ 2.400,00

O que eu sempre aprendi é que se deveria fazer uma média do que você ganhou em todos esses meses, e considerar esse valor como sua renda mensal, para você montar seu orçamento doméstico. No exemplo acima, a média seria de  R$ 2.600,00 de renda por mês.

O problema de fazer isso é que em alguns meses, sua renda não será suficiente para pagar todas as suas despesas básicas, fazendo que naquele mês você se endivide para pagar as contas, ou atrase os pagamentos e pague juros. O ideal seria guardar dinheiro nos meses que sobra para cobrir os meses em que falta, mas sabemos bem que as pessoas não são tão disciplinadas e acabam gastando mais naqueles meses em que sobra dinheiro.

O que fazer então?

Vejam que na lista com os meses e rendimentos, destaquei o mês de fevereiro/2018, que teve a menor renda. É essa a renda que deve custear todas as suas despesas básicas mensais: aluguel, água, luz, transporte, alimentação, etc. Pelo menos o custo de sobrevivência deve ser coberto pela pior renda que você obteve no último ano. Fazendo isso, você sempre vai conseguir pagar as suas despesas, mesmo nos piores meses, sem a necessidade de recorrer a empréstimos, dívidas ou pagamento de juros. E nos meses que sobrar dinheiro, pode fazer suas extravagâncias, como passeios, viagens, jantares etc.

Queria parabenizar o André Araújo que produziu o vídeo abaixo e me permitiu aprender esse método, que agora compartilho com vocês. Recomendo que também acompanhem o site dele e o seu canal no YouTube:

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Risco cambial em intercâmbios

Outro dia, na minha rotina de ouvir muuuuuitos podcasts durante o dia, cai em um do André Bona, do Blog de Valor.

Não consegui achar o episódio em áudio, mas achei em vídeo. Assista abaixo:

O que me chamou atenção foi a dica citada no final: já ir comprando a moeda estrangeira que for precisar usar no exterior, para se proteger do risco de variação cambial. Assim como a pessoa que fez a pergunta, eu também não tinha pensado nisso;  eu apenas daria a dica para acumular no Tesouro Selic até ter todo o valor necessário para a viagem, e já pagar tudo que puder aqui no Brasil.

Postei esse vídeo apenas para mostrar como, por mais que você saiba, conheça e entenda de um assunto, sempre dá pra aprender mais, pegar uma dica nova com outra pessoa.

Esteja com a mente sempre aberta para novidades.

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